Com a possível candidatura do senador
Sergio Moro ao governo do
Paraná em 2026, cresce um cenário alternativo que pode levar o nome de
Ricardo Guerra, empresário de
Pato Branco, ao Senado.
Caso Moro deixe o cargo, a vaga seria assumida inicialmente pelo primeiro suplente, Luis Felipe Cunha. No entanto, se ele não assumir, Guerra, atual segundo suplente, entra na linha de sucessão.
Ligado ao setor produtivo e ao interior do estado, Guerra representa um perfil diferente do tradicional na política, o que poderia alterar o eixo de representação do Paraná em Brasília.
Mesmo sem votos nominais próprios, ele integra a chapa eleita em 2022, que somou mais de 1,9 milhão de votos no estado, com forte desempenho em Pato Branco, onde foi a mais votada para o Senado.
Nos bastidores, a possibilidade é vista como uma mudança relevante de perfil político — da capital para o interior — e já começa a ganhar atenção no cenário estadual.
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