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Gleisi Hofmman deverá disputar o Senado Federal. #blogjoaresbrasil.

A ministra Gleisi Hoffmann deve alterar seus planos eleitorais para 2026. A pedido direto do presidente Lula, a paranaense deverá disputar u...

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Gleisi Hofmman deverá disputar o Senado Federal. #blogjoaresbrasil.


A ministra Gleisi Hoffmann deve alterar seus planos eleitorais para 2026. A pedido direto do presidente Lula, a paranaense deverá disputar uma vaga no Senado Federal, deixando de lado a ideia de buscar a reeleição à Câmara dos Deputados. A conversa entre os dois teria ocorrido na semana passada.

A decisão está ligada à preocupação do Planalto com a composição do Senado a partir de 2027, diante do avanço de forças conservadoras. O tema também preocupa ministros do Supremo Tribunal Federal, diante do aumento de pedidos de impeachment.

Com a mudança, Ênio Verri, que era cotado para a disputa ao Senado, permanece na presidência da Itaipu Binacional. Já o deputado federal Zeca Dirceu, que articulava candidatura ao Senado, tende a recuar e disputar a reeleição. A segunda vaga na chapa ao Senado deverá ficar com partidos aliados do PT.

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Ratinho Jr, enfrenta o próprio PSD Nacional. #blogjoaresbrasil

                            

A possível candidatura de Ratinho Júnior à Presidência da República enfrenta resistência dentro do próprio PSD. Apesar de filiado ao partido, o governador do Paraná não conta com uma estrutura nacional alinhada nem com apoio político suficiente para unificar a direita em 2026.
O PSD mantém alianças estratégicas em vários estados com o presidente Lula ou com projetos regionais incompatíveis com uma candidatura própria ao Planalto. Sob o comando de Gilberto Kassab, o partido atua de forma pragmática e só tende a apoiar formalmente uma candidatura presidencial se for a do governador paulista Tarcísio de Freitas. Fora desse cenário, não há mobilização real da direção nacional.
Nesse contexto, o nome de Ratinho Júnior circula mais como instrumento de pressão na disputa interna da direita do que como um projeto viável. Sua eventual candidatura serviria para dividir forças e reorganizar o tabuleiro político, favorecendo outras lideranças.
Com alianças consolidadas em estados-chave como Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Piauí, Pernambuco e Ceará, o PSD não demonstra disposição para bancar uma aventura presidencial. Na prática, Ratinho só teria espaço se Lula não disputar a reeleição. Caso contrário, faltam legenda, palanque e apoio in
terno, confirmando que a conta, hoje, não fecha.