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Com pesar noticiamos o falecimento do ex-prefeito Roberto Zamberlan , nesta terça-feira (7), aos 86 anos. Zamberlan foi o 8º prefeito...
Do outro, o deputado Alexandre Curi decidiu agir: deixou de esperar o cenário se definir e já se movimenta para mudar de partido e construir novas alianças. Nos bastidores, a leitura é de que Curi quer protagonismo e não apenas assistir ao desenrolar do jogo político.
Há ainda sinais de que ele pode se alinhar a novos grupos, criando um eixo capaz de embaralhar os planos do Palácio Iguaçu.
No fim, o contraste é claro: enquanto Ratinho Júnior aparenta indecisão e atua por eliminação, Curi se reposiciona e tenta ganhar espaço. A dúvida que fica é quem, de fato, está jogando para vencer — e quem apenas evita perder.
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O governador do Paraná, Ratinho Júnior, elogiou a escolha de Ronaldo Caiado como candidato do Partido Social Democrático à Presidência da República.
Caiado será oficializado pelo partido em evento em São Paulo, com a presença do presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab.
Após desistir da disputa presidencial na semana passada, Ratinho destacou o processo interno do PSD como democrático e elogiou o nome de Caiado, ressaltando sua experiência de gestão e atuação em áreas como segurança e educação.
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A AtlasIntel registrou uma nova pesquisa eleitoral sobre a disputa pelo Governo do Paraná e Senado, com divulgação prevista para o dia 31. O levantamento chega às vésperas do prazo de desincompatibilização e pode influenciar decisões políticas importantes.
Entre as novidades, aparece o nome do prefeito Eduardo Pimentel como possível candidato ao Palácio Iguaçu pelo Partido Social Democrático. Ele divide espaço com Alexandre Curi, Guto Silva, Rafael Greca, Requião Filho, Luiz França e Sergio Moro, que aparece em todos os cenários de segundo turno.
Nos bastidores, há preocupação com uma possível candidatura de Pimentel, que teria que deixar a Prefeitura de Curitiba pouco tempo após assumir, além de riscos políticos internos no grupo do governador Ratinho Júnior.
A pesquisa também testa o peso de padrinhos políticos — como Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro — o que pode gerar questionamentos na Justiça Eleitoral. Decisão anterior do TRE já barrou metodologia semelhante por possível desequilíbrio na disputa.
Além do governo estadual, o levantamento mede a corrida ao Senado e à Presidência da República, com diversos cenários e nomes nacionais.
Registrada no TSE sob o número PR-00105/2026, a pesquisa ouviu 1.200 eleitores, com margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
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O secretário das Cidades, Guto Silva, não será o candidato do Partido Social Democrático ao governo do Paraná. A decisão foi comunicada pelo governador Ratinho Júnior em reunião reservada nesta semana.
Apesar disso, Guto segue no jogo e deve integrar a chapa governista, com possibilidade de disputar como vice ou ao Senado.
Considerado nome de confiança e favorito inicial para a sucessão, Guto perdeu força diante das pesquisas e do novo cenário político, especialmente após a movimentação de Sergio Moro, que elevou o nível da disputa.
Nos bastidores, o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, ganha espaço como possível cabeça de chapa. Outra alternativa cogitada é o prefeito Eduardo Pimentel, embora ele resista à ideia de deixar o cargo antecipadamente.
A definição do grupo de Ratinho deve passar pelo equilíbrio interno do partido e pela viabilidade eleitoral no novo cenário.
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Com isso, Ratinho deixa a disputa interna do Partido Social Democrático, na qual concorria com os governadores Eduardo Leite e Ronaldo Caiado.
Segundo nota, a decisão foi baseada no compromisso com os paranaenses e na continuidade do projeto de gestão, que destaca avanços em áreas como educação, segurança e infraestrutura. Ratinho também afirmou que seguirá contribuindo com o partido e com o país a partir do Paraná.
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Caso Moro deixe o cargo, a vaga seria assumida inicialmente pelo primeiro suplente, Luis Felipe Cunha. No entanto, se ele não assumir, Guerra, atual segundo suplente, entra na linha de sucessão.
Ligado ao setor produtivo e ao interior do estado, Guerra representa um perfil diferente do tradicional na política, o que poderia alterar o eixo de representação do Paraná em Brasília.
Mesmo sem votos nominais próprios, ele integra a chapa eleita em 2022, que somou mais de 1,9 milhão de votos no estado, com forte desempenho em Pato Branco, onde foi a mais votada para o Senado.
Nos bastidores, a possibilidade é vista como uma mudança relevante de perfil político — da capital para o interior — e já começa a ganhar atenção no cenário estadual.
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O ato contou com a presença do presidente nacional da sigla, Baleia Rossi, e do presidente estadual, Sergio Souza. Segundo Rossi, Greca será candidato ao governo do Paraná e deve reforçar o palanque do governador Ratinho Junior na disputa presidencial.
Greca afirmou que escolheu o MDB por defender a democracia e evitar a polarização política. A filiação será celebrada oficialmente no dia 24, em Brasília, durante evento de 60 anos do partido no Congresso Nacional.
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