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TCE-PR elege nova direção para 2027 e 2028; Augustinho Zucchi será corregedor-geral

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) elegeu nesta quarta-feira (28) sua nova direção para o biênio 2027-2028. O conselheiro Iva...

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

TCE-PR elege nova direção para 2027 e 2028; Augustinho Zucchi será corregedor-geral




O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) elegeu nesta quarta-feira (28) sua nova direção para o biênio 2027-2028. O conselheiro Ivan Bonilha será o presidente, Durval Amaral ocupará a vice-presidência e Augustinho Zucchi, ex-prefeito de Pato Branco, será o corregedor-geral. A eleição ocorreu por unanimidade.

Zucchi foi prefeito de Pato Branco por dois mandatos, entre 2013 e 2020, e deputado estadual por cinco legislaturas. Desde 2022, é conselheiro do TCE-PR. A partir de janeiro de 2027, também ficará responsável pela inspetoria que fiscaliza a administração, a fazenda e a governança do Estado.

Ivan Bonilha assumirá a presidência do Tribunal pela segunda vez. Ele já esteve à frente da instituição nos anos de 2015 e 2016.

A posse da nova direção está prevista para 20 de janeiro de 2027.

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Paraná registra 338 denúncias de assédio eleitoral no trabalho. #blogjoaresbrasil

 





O Paraná registrou 338 denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho, ficando atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. O Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) recebem denúncias de trabalhadores pressionados a votar em determinado candidato ou discriminados por suas posições políticas.

Entre 26 e 29 de outubro, o MPT recebeu 1.459 novas denúncias em todo o país. O número representa cerca de 40% das 3.396 ocorrências registradas ao longo de 2026.

O assédio eleitoral ocorre quando empregadores ou pessoas em posição de poder constrangem, ameaçam ou pressionam trabalhadores para influenciar suas escolhas políticas. A prática é ilegal e pode resultar em sanções.

O governo federal anunciou medidas para combater esse tipo de conduta, incluindo a criação de uma lista de empregadores envolvidos em casos de discriminação e suspeita de assédio eleitoral. A iniciativa prevê restrições ao acesso a créditos públicos, conforme as regras aplicáveis.

A fiscalização reúne órgãos como o MPT, o MTE, a Advocacia-Geral da União (AGU), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Ministério Público Eleitoral.

Como denunciar

Os trabalhadores podem registrar denúncias pelo site do Ministério Público do Trabalho, pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou presencialmente nas unidades do Ministério do Trabalho.

A Lei nº 9.029/1995 proíbe práticas discriminatórias que prejudiquem o acesso ou a permanência no emprego. Em caso de demissão discriminatória, a Justiça pode determinar a reintegração do trabalhador ou o pagamento em dobro da remuneração referente ao período de afastamento, conforme as condições legais.

O prazo para denunciar não termina com a eleição. Trabalhadores que sofrerem pressão política, ameaças ou discriminação no emprego podem buscar os canais oficiais de proteção.

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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Lula promete regulamentar plataformas digitais após reeleição.#blogjoaresbrasil

 



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, na noite de 25 de outubro, em São Paulo, que pretende regulamentar as plataformas digitais durante seu quarto mandato, que começa em janeiro de 2027. A declaração foi feita no primeiro pronunciamento após a confirmação de sua vitória nas eleições presidenciais.

Lula criticou a influência das plataformas digitais no processo eleitoral e defendeu que crimes cometidos no ambiente virtual sejam tratados com o mesmo rigor daqueles praticados fora da internet. Também criticou grandes empresas de tecnologia que, segundo ele, faturam bilhões e tentam influenciar o resultado das eleições.
Durante o discurso, o presidente agradeceu o apoio recebido de jovens e idosos e afirmou que a comunicação digital terá mais espaço no governo. Também prometeu ampliar a participação popular nas decisões administrativas.

Lula destacou ainda que, após a eleição, o governo deve trabalhar para todos os brasileiros, independentemente de preferências políticas. “Precisamos governar para os 215 milhões de brasileiros”, afirmou.

O presidente foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, totalizando mais de 64,2 milhões de votos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro (PL), que recebeu cerca de 59,8 milhões. A diferença ultrapassou 4,4 milhões de votos.

O novo mandato vai de 2027 a 2030. Para governar, Lula terá de negociar com um Congresso Nacional no qual o PL conquistou as maiores bancadas da Câmara dos Deputados e do Senado.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Quaest aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula no segundo turno.#blogjoaresbrasil




A primeira pesquisa Quaest sobre o segundo turno da eleição presidencial aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto, contra 44% de Lula (PT). O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (14) e mostra uma disputa acirrada a 11 dias da votação, marcada para 25 de outubro.


A diferença de dois pontos percentuais está dentro da margem de erro, também de dois pontos, o que caracteriza empate técnico entre os candidatos.
Confira os números:
  • Flávio Bolsonaro (PL): 46%
  • Lula (PT): 44%
  • Branco, nulo ou não pretende votar: 9%
  • Indecisos: 1%
Com apenas 1% de indecisos, a disputa entra na reta final com foco na conquista dos eleitores que ainda podem mudar de posição e daqueles que consideram votar em branco, anular o voto ou se abster.


A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 13 de outubro, com 2.154 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.


Encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo, a pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-08729/2026.


Apesar da vantagem numérica de Flávio Bolsonaro, os números da Quaest indicam que a eleição permanece indefinida, com os dois candidatos tecnicamente empatados na reta final da campanha.


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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Moro inicia transição e promete reduzir secretarias no Governo do Paraná. #blogjoaresbrasil

 


O governador eleito do Paraná, Sergio Moro (PL), afirmou nesta sexta-feira (9), em entrevista à CBN Curitiba, que a transição de governo já começou. Segundo ele, a definição do secretariado e as mudanças na estrutura administrativa serão feitas gradualmente, com o objetivo de preparar a nova gestão para iniciar os trabalhos em janeiro.

Moro já conversou com o atual governador, Ratinho Junior (PSD), que se colocou à disposição para colaborar, e com o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Alexandre Curi (Republicanos). A transição deve levantar informações sobre as contas públicas, os programas em andamento e possíveis ajustes no orçamento de 2027.

Redução de secretarias

O governador eleito confirmou que pretende reduzir o número de secretarias para diminuir a burocracia, cortar despesas e tornar a administração mais eficiente. A quantidade de pastas que serão extintas ou incorporadas ainda não foi definida.

Moro também afirmou que pretende priorizar nomes técnicos para compor o secretariado, mas evitou antecipar indicações. Segundo ele, a escolha será feita no momento adequado, após uma avaliação da estrutura atual do Estado.
Diálogo com a Assembleia

Moro disse que já recebeu contatos de deputados estaduais interessados em dialogar sobre a formação de uma base de apoio ao futuro governo. Sua coligação elegeu 20 parlamentares, e ele pretende ampliar o diálogo para viabilizar a aprovação de projetos.

Entre as prioridades, citou a defesa da liberdade econômica, a redução do tamanho do Estado e a diminuição gradual dos impostos, desde que haja equilíbrio nas contas públicas.
O governador eleito também destacou que pretende manter uma relação institucional com os parlamentares, respeitando a autonomia da Assembleia Legislativa.

Redução de impostos

Na área econômica, Moro defendeu medidas para ampliar a competitividade do Paraná e afirmou que pretende discutir com o setor produtivo a possibilidade de reduzir gradualmente a alíquota geral do ICMS, atualmente em 19,5%, conforme declarou na entrevista
.
Ele também pretende avaliar a substituição tributária, mecanismo que antecipa o recolhimento de impostos em determinadas operações. Segundo Moro, a análise deverá considerar os efeitos sobre a arrecadação, as empresas e os preços ao consumidor.

Apoio a Flávio Bolsonaro

Apesar dos trabalhos de transição, Moro afirmou que sua principal prioridade política neste momento é apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. O governador eleito esteve em Brasília nesta semana e participou de um ato em apoio ao senador.

Moro disse que pretende ampliar a votação de Flávio no Paraná e defendeu a eleição de um aliado no Palácio do Planalto para fortalecer a parceria com o futuro governo estadual.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Luís Felipe Cunha deixa União Brasil e se filia ao PL. #blogjoaresbrasil




O advogado Luís Felipe Cunha, primeiro suplente do senador Sergio Moro (PL-PR), deixou o União Brasil e se filiou ao Partido Liberal (PL) nesta quinta-feira (8), em Brasília.

A ficha de filiação foi abonada pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e pelo senador Flávio Bolsonaro. Cunha passa a integrar o mesmo partido de Moro, governador eleito do Paraná.

A mudança ocorre antes da possível chegada de Cunha ao Senado Federal em 2027, quando Moro deverá deixar a cadeira para assumir o Governo do Paraná.

Suplente deverá assumir vaga de Moro

Eleito primeiro suplente na chapa de Moro em 2022, Cunha deverá assumir o restante do mandato caso o governador eleito renuncie ao cargo de senador. O mandato termina no início de 2031.

A filiação ao PL, porém, não significa posse automática. A substituição dependerá da saída formal de Moro e dos procedimentos de convocação pelo Senado.

Cunha afirmou que pretende atuar em defesa do Paraná, destacando como prioridades o agronegócio, a liberdade econômica e a busca de recursos para o Estado.

“Nós vamos fazer um mandato em Brasília valorizando o Estado do Paraná, o povo paranaense”, afirmou.

Perfil

Aos 47 anos, Luís Felipe Cunha deverá exercer seu primeiro mandato parlamentar. Natural de São Paulo, vive em Curitiba desde 1994. É formado em Direito e possui mestrado em Direito Econômico e Social pela PUCPR.

O advogado também integrou durante nove anos o Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-PR e é sócio do escritório Vosgerau & Cunha Advogados Associados.

Com a mudança, o futuro senador passa a integrar oficialmente o PL, partido de Moro e de Flávio Bolsonaro, reforçando a aproximação política com o governador eleito do Paraná.

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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Luiz Fernando Guerra é reeleito e garante representação de Pato Branco na Assembleia.

 



Pato Branco garantiu novamente representação na Assembleia Legislativa do Paraná. Luiz Fernando Guerra (Novo) foi reeleito deputado estadual nas eleições deste domingo (4) e vai para o terceiro mandato no Legislativo paranaense.

Guerra recebeu 64.788 votos em todo o Paraná, ficando entre os deputados estaduais mais votados do Estado. O resultado consolida sua presença política na Assembleia e mantém Pato Branco com um representante direto no Legislativo estadual.

A votação também teve forte participação de Pato Branco. Segundo dados divulgados após a eleição, 22.054 votos de Guerra foram registrados no município, o equivalente a cerca de um terço de toda a votação obtida pelo parlamentar.

Terceiro mandato

Com a reeleição, Guerra dará continuidade ao trabalho desenvolvido na Assembleia Legislativa e terá mais quatro anos de mandato, de 2027 a 2030.

O deputado integra o Novo, que elegeu três representantes para a próxima legislatura: Bruno Secco, Luiz Fernando Guerra e Deivid Wisley.

A nova composição da Assembleia terá 54 deputados estaduais, escolhidos pelos paranaenses no primeiro turno das eleições de 2026.

Representação regional

A permanência de Guerra na Assembleia mantém a região Sudoeste com uma representação política importante no Legislativo estadual. Para Pato Branco, o resultado significa a continuidade de um deputado com forte votação local e participação nas discussões e decisões que envolvem investimentos e políticas públicas para o município e a região.

Com 64.788 votos, Guerra terminou entre os 20 candidatos mais votados para deputado estadual no Paraná.

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Paraná Pesquisas acerta resultado de Moro no primeiro turno.#blogjoaresbrasil



A pesquisa do instituto Paraná Pesquisas, divulgada em 28 de setembro, seis dias antes da eleição, apontou Sergio Moro (PL) com 50,1% dos votos válidos na disputa pelo Governo do Paraná.


No domingo (4), Moro foi eleito governador no primeiro turno com 50,10% dos votos válidos, segundo os dados da totalização. O percentual divulgado pela pesquisa coincidiu com o resultado das urnas.


O instituto acertou até a casa decimal: 50,1% na pesquisa e 50,10% na apuração.
A eleição foi confirmada pelo TRE-PR às 20h09 de domingo, encerrando a disputa sem necessidade de segundo turno.

Sandro Alex (PSD), candidato apoiado pelo governador Ratinho Junior, e Requião Filho (PDT) ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente.


O levantamento ouviu 1.280 eleitores em 60 municípios, entre os dias 25 e 27 de setembro, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro era de 2,8 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número PR-02701/2026.


Na pesquisa estimulada, Moro aparecia com 46,2% das intenções de voto, percentual que correspondia a 50,1% dos votos válidos após a exclusão de brancos, nulos e indecisos.


A divulgação do levantamento ocorreu em meio a questionamentos políticos e judiciais. A pesquisa também foi tema da Superlive, que contou com a participação de Murilo Hidalgo, presidente do Paraná Pesquisas.


Na ocasião, Hidalgo defendeu a possibilidade de Moro vencer ainda no primeiro turno, cenário que acabou se confirmando nas urnas.


Com a vitória, Moro encerrou a eleição para o Governo do Paraná no primeiro turno e agora deixa o Senado para assumir o comando do Palácio Iguaçu


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Sergio Moro é eleito governador do Paraná no primeiro turno.#blogjoarebrasil

 


Sergio Moro é eleito governador do Paraná no primeiro turno

O senador Sergio Moro (PL) foi eleito governador do Paraná neste domingo (4), no primeiro turno, encerrando a disputa contra Sandro Alex (PSD) e Requião Filho (PDT).

Com 99,17% das urnas apuradas, Moro somava 50,18% dos votos válidos, contra 25,29% de Sandro Alex e 23,46% de Requião Filho. O TRE-PR confirmou oficialmente a eleição às 20h09.

Moro terá Edson Vasconcelos como vice-governador e assumirá o Palácio Iguaçu após deixar o Senado, onde foi eleito em 2022.

Derrota de Ratinho Junior

A vitória de Moro representa também a derrota do projeto do governador Ratinho Junior (PSD) de eleger Sandro Alex como seu sucessor.

A oposição ficou dividida entre Sandro e Requião Filho, mas nenhum dos dois conseguiu alcançar votação suficiente para levar a eleição ao segundo turno.

Suplente assume vaga no Senado

Com a saída de Moro do Senado, a cadeira será ocupada pelo seu primeiro suplente, Luís Felipe Cunha, advogado, que deverá permanecer no cargo pelos próximos quatro anos, segundo supente é de Pato Branco o empresario Ricardo Guerra.

Na disputa pelo Senado, Filipe Barros (PL) foi o candidato mais votado, com 27,26% dos votos válidos.

A situação da segunda vaga permanece vinculada à disputa judicial envolvendo Deltan Dallagnol (Novo), cuja candidatura foi alvo de decisão do TSE.

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segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Paraná Pesquisas aponta Moro com 50,1% dos votos válidos #blogjoaresbrasil.




O Paraná Pesquisas, divulgado nesta segunda-feira (28), mostra Sergio Moro (PL) com 50,1% dos votos válidos na disputa pelo Governo do Paraná. Requião Filho (PDT) aparece com 25,6% e Sandro Alex (PSD), com 23,3%.

O percentual de Moro supera numericamente a metade dos votos válidos, o que indica possibilidade de definição da eleição no primeiro turno, caso o resultado se confirme nas urnas. No entanto, a margem de erro impede tratar a pesquisa como antecipação do resultado eleitoral.

O levantamento ouviu 1.280 eleitores em 60 municípios, entre os dias 25 e 27 de setembro. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número PR-02701/2026.

Intenção de voto

Na pesquisa estimulada, considerando todos os entrevistados:

  • Sergio Moro (PL): 46,2%
  • Requião Filho (PDT): 23,6%
  • Sandro Alex (PSD): 21,5%
  • Luiz França (Missão): 0,5%
  • Tayná Miessa (UP): 0,2%
  • Adriano Funileiro (PCO): 0,1%
  • Alexandre Salomão (Mobiliza): 0,1%
  • Samuel de Mattos (PSTU): 0,1%

Outros 3,7% não souberam ou não responderam e 4,1% disseram nenhum, branco ou nulo.

Na comparação com a pesquisa anterior do mesmo instituto, Moro passou de 44,7% para 46,2%, Requião Filho de 23% para 23,6% e Sandro Alex de 19,7% para 21,5%. As oscilações estão dentro da margem de erro e, isoladamente, não comprovam crescimento estatisticamente significativo.

A distância entre Requião Filho e Sandro Alex caiu de 3,3 para 2,1 pontos percentuais.

Pesquisa espontânea

Quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Moro aparece com 33,4%, Requião Filho com 14,2% e Sandro Alex com 13%.

Outros 34,3% não souberam ou não responderam e 4,4% disseram nenhum, branco ou nulo.

Rejeição

Na rejeição, Requião Filho aparece com 39%, seguido por Moro, com 27,3%, e Sandro Alex, com 12,9%. Como era possível citar mais de um candidato, os percentuais não podem ser somados.

Pesquisa foi alvo de questionamento judicial

A divulgação da pesquisa havia sido questionada pela coligação de Sandro Alex, que pediu a suspensão do levantamento. No domingo (27), porém, a juíza auxiliar Sandra Bauermann, do TRE-PR, negou o pedido de tutela de urgência e manteve a divulgação.

A pesquisa ocorre na reta final da campanha e apresenta uma fotografia do cenário eleitoral captada entre 25 e 27 de setembro. O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro.

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