Ex-ministro da Saúde Alceni Guerra o criador do SUS, desponta como opção para a vice na chapa de Requião Filho na disputa pelo governo do Paraná. Filiado ao PSB, Guerra é citado nos bastidores como um nome capaz de agregar densidade programática, experiência administrativa e diálogo nacional a uma candidatura do PDT no estado. A movimentação ganhou força após a presença recente de Guerra em Brasília. Ele participou, a convite do deputado Pedro Campos (PSB-PE), de debates sobre a ampliação da licença-paternidade, tema que atravessa sua trajetória desde a Assembleia Nacional Constituinte. Compadre do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), Guerra mantém trânsito ativo no Congresso e em diferentes campos políticos. Em Brasília, voltou ao centro do debate institucional ao acompanhar a tramitação do projeto que amplia gradualmente a licença-paternidade dos atuais cinco para até 20 dias, com implementação prevista a partir de 2027. O texto, relatado por Pedro Campos na Câmara, prevê aumento escalonado do benefício e financiamento pela Previdência Social, sem custos diretos para as empresas. A proposta original previa até 30 dias, mas foi ajustada em consenso para viabilizar a aprovação. Agora, o projeto segue para análise do Senado. A presença do médico Alceni Guerra nesse debate não é casual. Em 1988, como deputado federal constituinte, foi dele a iniciativa de propor e defender a inclusão da licença-paternidade na Constituição Federal. À época, o tema enfrentou resistência e ironias, mas acabou aprovado, inaugurando um direito que hoje volta a ser ampliado. Esse histórico reforça a imagem de Guerra como formulador de políticas públicas estruturantes, especialmente na área social. À frente do Ministério da Saúde, no início dos anos 1990, participou da consolidação do Sistema Único de Saúde, uma das maiores políticas de Estado do país. Na disputa eleitoral paranaense, a eventual composição entre Requião Filho e Alceni Guerra sinalizaria uma aliança entre gerações e trajetórias distintas, com ênfase em saúde, educação e redução das desigualdades. Para aliados, a escolha de um vice com perfil técnico e histórico nacional pode ampliar o diálogo da chapa com setores do centro e da centro-esquerda. Ainda não há anúncio formal, mas o nome circula com força crescente. A avaliação interna é de que a experiência de Guerra, somada ao discurso crítico e renovador de Requião Filho, pode dar contorno mais robusto a um projeto alternativo ao grupo governista no Paraná. Se confirmada, a aliança colocará no centro da disputa estadual um personagem que ajudou a criar políticas públicas duradouras no Brasil. No Paraná, a escolha do vice tende a dizer muito sobre o projeto de governo que Requião Filho pretende apresentar ao eleitorado. Além de PDT e PSB, com o PDT encabeçando a chapa, a coalizão ainda contaria com a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) e com a federação PSOL-Rede.O ex-ministro da Saúde Alceni Guerra, um dos criadores do SUS, surge como forte opção para a vice na eventual chapa de Requião Filho ao governo do Paraná. Filiado ao PSB, Guerra é visto nos bastidores como um nome capaz de agregar experiência administrativa, densidade programática e articulação nacional à candidatura do PDT.A movimentação ganhou força após sua recente atuação em Brasília, onde participou de debates sobre a ampliação da licença-paternidade, tema que marcou sua trajetória desde a Constituinte de 1988. Compadre do vice-presidente Geraldo Alckmin, Guerra mantém trânsito no Congresso e protagonismo em pautas sociais estruturantes.Caso confirmada, a composição sinalizaria uma aliança entre diferentes gerações políticas, com foco em saúde, educação e redução das desigualdades, ampliando o diálogo da chapa com o centro e a centro-esquerda. Além de PDT e PSB, a articulação pode envolver a Federação Brasil da Esperança e a federação PSOL-Rede, reforçando um projeto alternativo ao grupo governista no Paraná. www.blogjoaresbrasil.com.br
Ex-ministro da Saúde Alceni Guerra o criador do SUS, desponta como opção para a vice na chapa de Requião Filho na disputa pelo governo do Paraná. Filiado ao PSB, Guerra é citado nos bastidores como um nome capaz de agregar densidade programática, experiência administrativa e diálogo nacional a uma candidatura do PDT no estado. A movimentação ganhou força após a presença recente de Guerra em Brasília.
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